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PEC 15/2018

em Ter Maio 22, 2018 5:30 pm
União dos Estados da Platina
Poder Executivo
Gabinete do Presidente

Ao Senhor Presidente  do Senado, a Presidência da República envia a vossa Excelência a Proposta de Emenda Constitucional 015/2018
que trata diretamente de determinação constitucional para definição do Hino Nacional.

Art. 1º  Fica estabelecido que o ''Oíd, mortales, el grito sagrado'',  é o Hino da União dos Estados da Platina como letra de Vicente López y Planes (1812) e música de Blas Parera (1813).

Art. 2º Fica determinado o Hino ''Oíd, mortales, el grito sagrado'' como um dos Símbolos Nacionais.
John Juan Escobar
Presidente da República






LETRA:



ESPAÑOLA


¡Oíd, mortales!, el grito sagrado:
¡libertad!, ¡libertad!, ¡libertad!
Oíd el ruido de rotas cadenas
ved en trono a la noble igualdad.
Se levanta en la faz de la tierra
una nueva gloriosa nación.
Coronada su sien de laureles,
y a sus plantas rendido un león. (bis)
Estribillo (con coro)
Sean eternos los laureles
que supimos conseguir: (bis)
coronados de gloria vivamos,
o juremos con gloria morir. (tris)
De los nuevos campeones los rostros
Marte mismo parece animar. (bis)
La grandeza se anida en sus pechos
a su marcha todo hacen temblar.
Se conmueven del Inca las tumbas,
y en sus huesos revive el ardor,
Lo que vé renovando a sus hijos
de la Patria el antiguo esplendor. (bis)
Estribillo (con coro)
Pero sierras y muros se sienten
retumbar con horrible fragor. (bis)
Todo el país se conturba por gritos
de venganza, de guerra, y furor.
En los fieros tiranos la envidia
escupió su pestífera hiel. (bis)
Su estandarte sangriento levantan
provocando a la lid más cruel. (bis)
Estribillo (con coro)
¿No los veis sobre México y Quito
arrojarse con saña tenaz? (bis)
¿Y cuál lloran, bañados en sangre
Potosí, Cochabamba, y La Paz?
¿No los veis sobre el triste Caracas
luto, y llanto, y muerte esparcir?
¿No los veis devorando cual fieras
todo pueblo que logran rendir? (bis)
Estribillo (con coro)
A vosotros se atreve argentinos
el orgullo del vil invasor.
Vuestros campos ya pisa contando
tantas glorias hollar vencedor. (bis)
Mas los bravos que unidos juraron
su feliz libertad sostener
a estos tigres sedientos de sangre
fuertes pechos sabrán oponer.
Estribillo (con coro)
El valiente argentino a las armas
corre ardiendo con brío y valor:
El clarín de la guerra, cual trueno
en los campos del Sud resonó.
Buenos Aires se pone a la frente
de los pueblos de la ínclita unión.
Y con brazos robustos desgarran
al ibérico altivo león.
Estribillo (con coro)
San José, San Lorenzo, Suipacha,
ambas Piedras, Salta, y Tucumán,
la colonia y las mismas murallas 11​
del tirano en la banda Oriental. (bis)
Son letreros eternos que dicen:
aquí el brazo argentino triunfó;
aquí el fiero opresor de la Patria
su cerviz orgullosa dobló. (bis)
Estribillo (con coro)
La victoria al guerrero argentino
con sus alas brillantes cubrió.
Y azorado a su vista el tirano
con infamia a la fuga se dio. (bis)
Sus banderas, sus armas, se rinden
por trofeos a la libertad.
Y sobre alas de gloria alza el pueblo
trono digno a su gran majestad. 12​
Estribillo (con coro)
Desde un polo hasta el otro resuena
de la fama el sonoro clarín. (bis)
Y de América el nombre enseñando
Les repite, mortales, oid:
Ya su trono dignísimo abrieron 12​
las Provincias Unidas del Sud.
Y los libres del mundo responden
al gran pueblo argentino salud. (bis)
Estribillo (con coro)

PORTUGUÊS


Ouça, mortais, o choro sagrado:
Liberdade Liberdade Liberdade!
Ouça o barulho de correntes quebradas
veja no trono a nobre igualdade.
Levanta-se na face da terra
uma nova nação gloriosa.
Coroou seu templo de louros,
e para as suas plantas rendeu um leão. (bis)
Refrão (com refrão)
Que os louros sejam eternos
o que temos que fazer: (bis)
coroado de glória vamos viver,
ou jurar com glória para morrer. (tris)
Dos novos campeões os rostos
O próprio Marte parece animar. (bis)
A grandeza está aninhada em seus seios
Na marcha deles tudo faz tremer.
Os túmulos são movidos pelo Inca,
e em seus ossos revive o ardor
O que ele vê, renovando seus filhos
da Pátria o antigo esplendor. (bis)
Refrão (com refrão)
Mas serras e paredes sentem
estrondo com ruído horrível. (bis)
O país inteiro está perturbado por gritos
de vingança, de guerra e fúria.
Na inveja dos tiranos ferozes
Ele cuspiu seu fel picante. (bis)
Sua bandeira ensanguentada aumenta
provocando a luta mais cruel. (bis)
Refrão (com refrão)
Você não os vê sobre o México e Quito
jogue-se com maldade tenaz? (bis)
E o que eles choram, banhados em sangue
Potosí, Cochabamba e La Paz?
Você não os vê sobre a triste Caracas
luto, e choro, e dispersão da morte?
Você não os vê devorando bestas selvagens?
todas as pessoas que conseguem realizar? (bis)
Refrão (com refrão)
Você se atreve argentinos
o orgulho do vil invasor.
Seus campos já estão contando pisa
tantas glórias atropelam o vencedor. (bis)
Mas o valente que se uniu jurou
Sua feliz liberdade sustentar
para esses tigres sanguinários
seios fortes saberão como se opor.
Refrão (com refrão)
O bravo argentino aos braços
corre queimando com brio e coragem:
A corneta da guerra, como trovão
nos campos do sul, ressoou.
Buenos Aires fica na frente
dos povos da ilustre união.
E com braços fortes eles rasgam
ao leão altiva ibérico.
Refrão (com refrão)
San José, San Lorenzo, Suipacha,
tanto Piedras, Salta e Tucumán,
a colônia e as próprias paredes 11
do tirano na banda Oriental. (bis)
Eles são sinais eternos que dizem:
aqui o braço argentino triunfou;
aqui o feroz opressor da pátria
seu orgulhoso colo do útero dobrou. (bis)
Refrão (com refrão)
A vitória do guerreiro argentino
com suas asas brilhantes cobertas.
E surpreendido com a visão do tirano
com infâmia para o vôo foi dado. (bis)
Suas bandeiras, suas armas, rendição
por troféus à liberdade.
E nas asas da glória as pessoas se levantam
trono digno a sua grande majestade. 12
Refrão (com refrão)
De um pólo para o outro ressoa
da fama o clarão sonoro. (bis)
E da América o nome ensinando
Ele repete para você, mortais, ouça:
Seu trono digno já abriu 12
as Províncias Unidas do Sul.
E os livres do mundo respondem
para a saúde do grande povo argentino. (bis)
Refrão (com refrão)
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